O decreto do Foro de São Paulo em Minas Gerais
No ano passado, a Presidente Dilma Rousseff assinou o espantoso decreto 8.243. Com ele, anunciava-se a criação dos “conselhos populares”, que ampliariam a participação popular nas instâncias decisórias da administração pública. Na estrutura dos tais conselhos, contudo, os representantes da “sociedade civil” - “movimentos sociais”, ONG’s, coletivos - seriam grupos subordinados ao PT e aos seus aliados. Sendo assim, o decreto - diferentemente da propaganda - não era um instrumento para o cidadão comum, mas um mecanismo para ampliar a esfera de domínio de um consórcio político. Uma estratégia ardilosa, ditada por uma organização internacional com o propósito de “reposicionar o Estado” e “assegurar a hegemonia” comuno-petista: era o decreto do Foro de São Paulo [1].